sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Frase da semana...

"Estão a brincar com o trabalho do Hulk. Se um atleta é para ser castigado, tem de ser punido logo, caso contrário ele e o clube estão a ser prejudicados. Em Inglaterra, não me recordo de um caso assim, porque resolvem os castigos em cinco dias."
By Luís Boa Morte in JN

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

E-mail aberto ao Sr. Anão de Carnaxide (Parte 4)


Apesar de tudo, o programa de Vª. Exª. (de 31/01/2010) elucidou-me sobre algumas questões, e até deu para retirar algumas conclusões:

a) o funcionário do Pardalinhos Mouriscanos que provocou os jogadores do FCPORTO chama-se Sandro Correia.

b) O filme exibido é uma montagem reles e foleira de algum realizador mouro. E, como se isso não bastasse, é mudo! Podiam ao menos colocar umas legendazitas…sempre nos divertíamos mais (os telespectadores)!

c) O Helton, o Fucile, e o Cristiano Rodriguez, para infelicidade de Vª Exª e de outras mioleiras saltitantes, não fizeram festinhas a nenhum steward do Aviário, e muito menos, convidaram alguém do staff encarnado para assistir ao próximo jogo do FCPORTO na Liguilla del Milione (FCPORTO-ARSENAL).

d) Ao contrário de Fucile, Helton, e Cristiano Rodriguez, Fernando tem que ser punido exemplarmente. As imagens são bem nítidas. Fernando pontapeou violentamente o próprio túnel da Luz, e, neste caso, não houve qualquer tipo de provocação ou insulto. É inadmissível que um agente desportivo agrida de forma cobarde um ser inanimado. Vª Exª faça o favor de falar com o Sr. Ricardo Bosta, e pressione-o, de maneira a que a CD aplique um castigo ao Fernando não inferior a 6 meses de Suspensão. Aproveite, e fale no caso do Tomás Costa. Não sei se está a ver a ligação, mas o Tomás Costa é o substituto do Fernando. No mínimo, o Tomás Costa tem de levar uma punição de 3 meses de suspensão.

e) As agressões do Hulk e do Sapunaru, são muitíssimo mais graves do que as protagonizadas pelo Pepe na Liga espanhola (2008-2009).

f) Se até algum tempo atrás tinha algumas dúvidas sobre a sua cor clubística, anteontem Vª. Exª dissipou-mas : o Sr. é anti-portista de alma e coração. Ao contrário do que diz semanalmente, o senhor não defende o espectáculo futebol nem a verdade desportiva. Para Vª Exª, todos os meios justificam os fins, desde que isso sirva para acabar com o legado vitorioso do único clube de Portucale que ganhou a Liguilla del Milione.

g) Pelas palavras do passado programa, concluí também que a verdade desportiva de Vª. Exª. é baseada na defesa daqueles que lhe pagam o salário – o Pardalinhos Mouriscanos, a SIC, e outros… .

h) Para terminar, quero dizer a Vª. Exª., o seguinte – o Sr. Anão de Carnaxide vem constantemente a terreiro defender uma renovação na classe dirigista dos clubes nacionais, de modo a que haja a tal transparência (nas entrelinhas subentende-se que a única transparência que Vª Exª defende são as vitórias do Pardalinhos Mouriscanos) no mundo do futebol. Percebo a posição de Vª Exª, pois se fosse um mouro anti-portista também tentaria por todas as formas e feitios enterrar vivo o Pintolakis Coustanis, e, utilizaria os media no sentido de persuadir os adeptos mouros a elegerem outro tipo de presidente para o clubezeco do regime. Até aí, entendo-o perfeitamente. Mas, entenda-me agora a mim (se fizer o obséquio): como adepto do FCPORTO, também gostaria que houvesse uma renovação na classe jornaleira desportiva da Mouritânia. Diariamente, jornaleiros da estirpe do Sr. Anão de Carnaxide, conspiram teorias e cabalas atentatórias contra o meu clube. Sinto-me, por isso, enojado com toda esta tentativa de achincalhamento em praça pública do Pintolakis Coustanis (e do FCPORTO), que contrapõe o tratamento vip dado ao Pardalinhos Mouriscanhos pela corja de jornaleiros corruptos subservientes à agremiação do Sr. Ricardo Bosta.

Estando certo que o país lhe agradeceria e reconheceria tão inteligente gesto, peço a Vª Exª. que se demita do cargo de comentadeiro da SIC. Pois, como diz o Romário, o Sr. Anão de Carnaxide calado é um autêntico poeta!!! Além do mais, já ninguém suporta ouvir as lamúrias de Vª Ex.ª, sobre as maleitas artríticas de que padece…. “Ai Ai Ai, Ai Ai Ai, Ai Ai Ai”.

P.S.: Com todas estas tretas, o Sr. Anão de Carnaxide tem-se esquecido propositadamente de dar o devido relevo aos lances polémicos dos jogos em que o seu clube-patrono participa. No jogo Pardalinhos-Guimarães, tivemos uma vez mais, penáltis, agressões, simulações,…, que não foram assinaladas pelos gatunos chulecos do costume. Terá Vª. Exª visto o penálti e simultânea agressão cometido por Garcia? E, acha, que desta vez, será instaurado algum sumaríssimo aos jogadores da colectividade do Tejo? O curioso disto tudo, é que na Liga do Sr. Ricardo Bosta e do Leitãozinho de Azeméis, é bem mais grave dar um empurrão a um Steward do que agredir à “coiçada” o mais importante de todos os agentes desportivos – o futeboleiro.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

E-mail aberto ao Sr. Anão de Carnaxide (Parte 3)


Depois do filme, o Sr. Anão de Carnaxide atirou-se à arbitragem do Nacional-FCPORTO (jornada 17 da liga bejecas 2009/2010), dizendo que o clube nortenho foi empurrado para a vitória após a marcação de um penálti inexistente. Sabendo eu, que Vª Exª tem poucos cms, presumi logo que não tivesse visto bem o lance, pelo facto da Televisão onde assistiu ao jogo não estar ao nível do vosso campo de visão. Peço por isso, que da próxima vez, tenha isso em atenção e coloque a televisão no chão, para que assim possa ver com clareza os penáltis cometidos sobre os jogadores do FCPORTO. E, já agora, aproveite para trocar as lentes dos óculos que usa , de modo a ver as aterragens dos voos do Sabidola, Aimanco, Coentros, Zé da Maria & Cª, Ldª. . Digo a Vª. Exª., que é um verdadeiro espectáculo ver aqueles voos. Olhe que nem a ave vitória consegue tais façanhas voadoras!

Fez referência às afirmações que o Rúben Micael proferiu sobre o caso do Túnel Pardalinhos-Nacional (coincidência das coincidências – mais uma vez, é a “agremiação bermelha” que está envolvida num caso de túnel!), e achou-as desfasadas no tempo, justificando-as com o facto de este ser agora atleta do FCPORTO. Esqueceu-se porém, que tanto o Rúben Micael, como o próprio treinador do Nacional (este de forma indirecta – “um vintém é um vintém e um cretino é um cretino”) e o jogador Patacas, logo no final do jogo, afirmaram que se passaram coisas menos próprias no Túnel do Galinheiro. Parece é que os relatórios dos delegados da liga não consideraram essas afirmações, nem as intimidações de que o Rúben Micael foi alvo. Ou serão as declarações falsas? Patacas, Manuel Machado, e Rúben Micael, serão três compulsivos mentirosos?!? E, será, que o Manuel Machado e o Patacas, também já estariam comprometidos com o FCPORTO em Outubro passado, como Vº. Exª. insinuou relativamente ao Rúben Micael? Se, o Rúben Micael tivesse denunciado mais cedo e de forma tão pormenorizada os actos intimidatórios de que foi vitima, provavelmente quem seria castigado era o próprio denunciante, como aconteceu com o Manuel Machado. Recordo igualmente ao Sr. Anão de Carnaxide, que o FCPORTO denunciou e apresentou queixa sobre os factos ocorridos em Agosto de 2008 no Aviário Bermelho, e tudo ficou em águas de bacalhau.
Por falar em Nacional, as fontes de Vª Exª não lhe conseguirão arranjar o vídeozito das cenas de dedilato protagonizadas pelo Mister Jasus e pelo Rei dos Bacalhaus Curtos? Já tínhamos visto a técnica dos 4 deditos apontados ao sector defensivo do clubezeco do regime, seria agora interessante, vermos as unhacas do Jasus enfiadas nos globos oculares do Rúben Micael. Tenho a certeza que se Vª Exª comer um Danoninho conseguirá o filme do “Jasus Lee”.

Na sessão dominical do dia 31/10/2010, teve ainda tempo para falar sobre os alegados prémios monetários (vindos através de um empresário com possíveis ligações ao SC Braga) que serviriam de incentivo à equipa do Leixões para vencer o Pardalinhos da Rambóia. Afirmou posteriormente, que conhecia a existência de casos com contornos semelhantes a este, há mais de três decénios…tal como Vª Exª se indignou com a denúncia tardia do Ruben Micael, permita-me que também não consiga perceber a razão pela qual não denuncia esses casos. Vª. Exª ir-me-á desculpar a comparação, mas, o Sr. Anão de Carnaxide parece-se muito com o Sr. Octávio Malvado, quando diz saber tudo sobre coisa nenhuma do futebol. A bem da verdade desportiva que tanto apregoa, desafio-o a denunciar esses casos. Ou tem medo que as denúncias se virem contra o denunciante?!? Ou não denuncia, porque sabe que tudo ficará na mesma?
Sobre os incentivos monetários a clubes ou jogadores, de proveniência externa, deixe-me esclarecer o seguinte: desde que não se tratem de clubes com interesse na competição em causa, qualquer pessoa (empresária ou não) poderá atribuir os incentivos que quiser, de forma a premiar determinado clube pela vitória de um jogo ou prova desportiva. Essa pessoa não pode é falsear os resultados desportivos, ou seja, ninguém pode corromper um agente desportivo com o propósito de viciar o desfecho final de um jogo ou competição (Ex: aliciar um jogador ou equipa para perder determinado jogo).
Mas, se isso não é considerado nenhum ilícito, já o tráfico de influência exercido pelo Pardalinhos Mouriscanos, através dos contactos dos seus dirigentes com pessoas ligadas a outros clubes (recordar-se-á certamente do Estoril Gate), à Liga (Ricardo Bosta) e à Federação, pode ser apreciado como tal.
Informo Vª. Exª, que por altura da final da taça de Portucale da temporada transacta, houve um empresário da Capital do Móvel que se propôs dar um prémio aos jogadores do Paços de Ferreira, caso vencessem o FCPORTO. Porque é que Vª Exª não trouxe esse caso à ribalta? Não poderia o dito empresário ter ligações a algum clube da Liga Bejecas?
Esta tentativa de Vª. EXª. (e de outros cowboys árabes) de destabilizar e de colocar em desatino o 1º classificado da Liga Bejecas, é reveladora do tipo de carácter que um jornaleiro da sua laia possui.
Ainda que não tenha sido Vª Exª o primeiro a fazê-lo, tentar associar o Braga a estes incentivos, é de uma infelicidade tremenda, que apenas mostra até onde pode ir a raça moura para conseguir os seus intentos. Esta sem vergonhice, é igualmente demonstrativa, do grau de mafiosidade a que o monstruoso Polvo da Mouritânia chegou.
Tire Vª Exª, o cavalinho da chuva, porque não vai conseguir afectar o grupo do SC BRAGA com golpes jornaleiros tão baixos. Não será Vª Exª, nem os castigos ridículos aplicados pela CD ("com CD quem ganha é você!" – o Pardalinhos Mouriscanos) do Sr. Ricardo Bosta, aos jogadores Vandinho e Mossoró, que irão branquear o fantástico campeonato que o SCBRAGA está a efectuar. Ao contrário do actual 2º classificado da Liga Bejecas, o SCBRAGA não tem Bostas, nem precisa de aliciar gatunos vestidos de preto para vencer os seus jogos.
*Tem continuação

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

E-mail aberto ao Sr. Anão de Carnaxide (Parte 2)

Depois de assistir ao “Jogo Viciado” do passado Domingo, a minha consciência obrigou-me também, a que refira a Vª. Exª., o seguinte:

Não percebo, porque é que a partir de determinada altura, o filme mostra as imagens de uma outra câmara, que supostamente vigiava o corredor dos balneários da equipa visitante. Porque é que não revela o filme completo da câmara que filmou os incidentes?

Tal como refere, e bem, a notícia vinda no jornal oficial do clube Bermelho sobre as presumíveis agressões de Cristiano Rodriguez, Helton, e Fucile, são completamente falsas . Essas notícias, serão, certamente, fruto da imaginação fértil de alguns jornaleiros mouros, como o Intestino Delgado, o Gobern, o Manhoso ou a Pinhões.

Diz Vª. Exª, que o processo instaurado pela comissão disciplinar decorre dentro dos prazos legais, e que por isso mesmo, é perfeitamente normal que apenas saibamos o desfecho das notas de culpa instauradas a Hulk e Sapunaru, dois meses após o sucedido . Sendo Vª. Exª., um defensor tão acérrimo da verdade desportiva, não lhe parece estranho, que seja preciso tanto tempo para decidir um caso que envolve uns míseros empurrões e arranhões, dados por futebolistas a agentes não desportivos? Lembro a Vª Exª. , que em Itália, os castigos aplicados às equipas da Juventus e do Milão, como consequência de crimes de corrupção desportiva ( crimes bem mais gravosos do que os acontecimentos sucedidos no túnel do Aviário da Mouritânia), foram decididos e conhecidos em apenas 15 dias! No nosso país, parece que a comissão de (In)disciplina trabalha ao ritmo de um gibóiar pós-Feijoada à Transmontana.

Enunciou um outro artigo xpto do Regulamento (In)disciplinar da Liga, que refere que a equipa anfitreã tem a responsabilidade da segurança do recinto de jogo. Não sei que sanções poderiam ser aplicadas à Associação dos Pardalitos no caso da invasão do Diabinho Cornudo de Gaia, mas, não me recordo (e olhe que eu tomo Centrum diariamente) que tivesse havido algum castigo de natureza não pecuniária.
No caso dos “túneles” (parapalavreando o Mister Jasus) que castigos podem advir para a agremiação que possui o maior aviário da Mouritânia? Pergunto isto, porque o clube da casa (Associação das Gaivotas) não conseguiu manifestamente assegurar a segurança dos jogadores do FCPORTO. Através do filme, vê-se que várias pessoas bamboleiam por zonas não permitidas, próximas aos balneários da equipa visitante. Certamente, que não estariam ali, a entregar Powerades, Gatorades, ou outra qualquer bebida isotónica, aos jogadores do FCPORTO, para que estes recuperassem das energias dispendidas. Segundo o relatório da PSP (de Al-Ushbuna), os Srs. Bamboleadores estavam naquela zona proibida, a provocarem os futebolistas do FCPORTO. Que bom seria, se, o Sr. Anão de Carnaxide conseguisse o tal relatório da PSP e o expusesse no Programa “Jogo Viciado”.

É, muito triste, verificar que agentes não desportivos (a mando de outros) prejudicam de forma premeditada, clubes e jogadores de futebol. Infelizmente, em Portucale, dá-se mais importância a um Steward do que a um jogador com as potencialidades e qualidades do Hulk. Ao invés de protegerem os craques da nossa Liga, os órgãos a quem compete julgar os casos de indisciplina (coadjuvados pela respectiva mérdia da Mouritânia) tratam-nos como animaiszinhos de circo, e tudo fazem para os expulsar do nosso país. Assim, torna-se muito difícil aumentar os níveis de qualidade e espectacularidade do nosso paupérrimo futebol. Talvez, sejamos obrigados (os adeptos de futebol), a ver as arrancadas fulgorantes do Hulk, numa Liga espanhola ou italiana. Tenho a certeza, que um treinador adepto da disciplina como o Mourinho, não desdenhará comprar o passe de um jogador rotulado em Portucale de rebelde desobediente.
Mas, neste país de dimensões fosforais, se alguns agentes desportivos são condenados e considerados indisciplinados, outros há que gozam de total impunidade. Já toda a gente percebeu o modo de actuar da Liga, caso os protagonistas sejam o Dabide Luisinho, o Sabidola, o Aimanco, ou o Garcia. Estes, sim, são tratados como verdadeiras estrelas mundiais da bola!
* Tem continuação

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

E-mail aberto ao Sr. Anão de Carnaxide

Exº. Sr. Anão de Carnaxide

O programa “Jogo Viciado” do passado dia 31 de Janeiro de 2010, no qual Vª. Exª. é o protagonista principal, trouxe (para meu espanto) grandes novidades sobre os famosos acontecimentos do túnel do Galinheiro.
Devo dizer a Vª. Exª. que não tenho o hábito de o ver no tempo de antena dominical que possui na estação de Carnaxide. E, não o vejo, porque considero (o programa) demasiadamente enfadonho e também não reconheço a Vª. Exª. capacidades oratórias para se pronunciar sobre coisa alguma.
Mas, anteontem (dia 31/01/2010), por volta das 22 horas, quis o destino que a roleta do meu zapping encalhasse no canal Sic Notícias. Nesse momento, a Sic Notícias anunciava em grandes parangonas que possuía imagens exclusivas do trailer do filme de terror, realizado no túnel do Galinheiro da Associação dos Periquitos, aquando do Jogo Pardalinhos Mouriscanos-FCPORTO (relativo à jornada 14 da Liga Bejecas). A Sic Notícias não só possuía as imagens, como as iria exibir minutos mais tarde. O Marketing Televisivo do show off resultou comigo e esperei então sentado pelo trailer.
Entre uma maçãzinha (adoro fruta e a maçã é a minha preferida) e um café (sem leite) com sabor a gengibre e canela, lá aguardei ansiosamente pelas imagens que prometiam revolucionar o mundo espacial da nova era da verdade desportiva do futebol português.
Depois de muitos spots publicitários e anúncios ao supra citado filme, lá chegou a hora do Sr. Anão de Carnaxide proferir não sei quantos dislates e baboseiras sobre o mesmo.
Para dar maior credibilidade à construção falhada de uma imagem de jornalista sério e de paladino da ética, isenção, imparcialidade e rigor jornalístico, começou por adocicar o filme com uma introdução bombástica e deveras surpreendente – os stewards do galinheiro pertencem à empresa de segurança Prossegur e alguns deles já colaboram com o Pardalinhos Mouriscanos desde 2003. Nesta introdução, disse ainda, que, segundo um artigo da (in)justiça desportiva, os Stewards não podem intervir junto dos agentes desportivos nem sequer importuná-los. No começo do programa, fiquei também a saber o nome do Steward assalariado das Aves Sem Penas que provocou os incidentes do Túnel.
Apesar do aparato espalhafatoso da coisa, até aqui nada de novo, a não ser o nome do tal capanga que originou toda esta confusão – o Sr. Sandro Correia.
Quando começo a ver o filme e a ouvir os comentários facciosos, tendenciosos, parciais, desonestos, e denunciadores de uma pessoa que pretende ver escorrer sangue azul numa batalha ficticiamente ganha pelo clube bermelho na secretaria, aí é que a minha consciência deu o tilt e obrigou-me a ver o programa até ao fim (eu sei, nem os prisioneiros de Guantánamo recebem torturas tão penosas!).
*Tem continuação

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Eu conto-vos como foi...(Parte 2)

Começou a 2ª parte do Olhanense-Pardalinhos Mouriscanos, e o jogo atabalhoado e taralhoco da agremiação bermelha mantinha-se, em oposição à organização e maturidade dos ainda jovenzinhos (quase bebés) dragõeszinhos & Cª. , Ldª. Pancada aqui, pancada acolá, insulto ali, e muito desnorte à mistura, eram a fórmula escolhida por Jasus para conseguir contrariar o esquema do “O Bicho”. O FCPORTO B (nome dado ao olhanense por alguns jornaleiros e blogueiros mouros) lá ia conseguindo resistir à violência provocatória, bárbara, brutal, e sem qualquer dose de fair-play, do Al-Pardhaly. Nestas batalhas, o Mister Jasus não brinca e leva à letra as suas teorias – Se, como diz, o Fair Play é uma treta, então, há que jogar sem tretas. Eu, preferia que o jogo de futebol tivesse sido uma teta…mas eu sou eu, e o Jasus é o Jasus! Eu sou adepto do tetismo, e ele do tretismo, ponto final parágrafo.
O resultado corria de feição aos pupilos do Reitor Jorge Costa, até que aos 86 minutos deste duelo, ao bom estilo do faroeste americano, surge em acção o grande fora de lei Dabide Amadeixado & Acarapinhado The Kid. De forma (in)voluntária, e sem querer, saca da sua chuteira calibre 43, e enfia uma bela patada, em forma de coice, no Miguel Garcia. Dabide The Kid não teve a mínima intenção de patear o seu oponente – o que ele queria mesmo, era, atingir um dos 5 Dragõeszinhos que por lá andavam. O Azar do Miguel Garcia, foi a sorte dos outros 5. Neste lance grotesco, a única coisa que o furtador oficial da partida disse a Dabide, foi: “vê lá se para a próxima usas uns pitões como deve ser, de modo a poderes partir as pernas aos teus adversários”. Dabide riu-se, e contrapôs: “Soarocas, cara, relaxa meu irmão, no próximo jogo contra o time do porto vô usar uns pitão fx-69 de aço maciço totalmente revestidos com pionaisesis!” Pisca o olho direito ao proxeneta, e retorna à sua posição de tiro. Soarocas Feriado serenou.
No minuto 90, Miguel Garcia aproveitando uma disputa de trincheira, desforrou-se do coice da mula da cooperativa lixobonense. Encheu-se de coragem como um soldado napoleónico e cravou umas valentes pitõeszadas na parte interior do presunto direito do tolinho do suíno Dabide Amandeixado & Acarapinhado. O gesto técnico do futeboleiro olhanense foi perfeito, e foi tal e qual o de um matador de leitões da Mealhada quando crava na pele do animal o sinal significativo de abate. Foi lindo de ver! Depois de ver aquilo, pedi logo o Bis a Miguel Garcia. Afinal, eu próprio não faria melhor!
Na patada do Miguel Garcia, o apitador actuou correctamente. Ainda antes do nº 15 de Olhão atingir o Dabidolas, já o Soarocas Feriado tinha colocado os seus óculos redondos à John Lenon, graduados com lentes de 20 dioptrias, e exibia ostensivamente o cartão “rojo” ao futeboleiro de Olhão. Chama-se a isto, premonição intuitiva gatunal.
Depois da expulsão do Miguel Garcia, o gangue de ladrões resolve comunicar entre si, através de uns walkie talkies foleiros, e acordam prolongar o Match em mais 5 minutos de descontos!!!
Pensara o furtador do encontro, que agora sim, com mais 5 minutos de jogo e com mais 5 jogadores em campo, estavam reunidas as condições para o Pardalinhos Mouriscanos dar a volta ao resultado e golear o Olhanense, ao ritmo de um golo por minuto. O raciocino foi bom, mas esqueceu-se que do outro lado estavam os Dragõeszinhos bebés, portadores de tomateiras de fazerem inveja ao mais dotado de todos os elefantes. Tomateiras essas, que ficam agressivamente inchadas (como as cobras pitões depois de terem ingerido um bisonte) quando vêem galináceos à sua frente. Quando algum galiforme vir as abóboras de um dragão (mesmo sendo bebé) neste estado, o melhor é fugir a 7 gadanhos, porque é sinal de que vão cuspir fogo por todos os seus poros.
Passados três minutos dos noventa, o Pardalinhos Mouriscanos lá conseguiu o golito do empate, através de mais uma ajuda do desventurado Ventura e do quarteto de larápios.
No último cagalhésimo de segundo dos 95 minutos, Tengarrinha isoladíssimo, e apenas com o Quinzinho dos frangos pela frente, atrapalha-se com o peso dos seus ovos dinossáuricos, tropeça-se todo, e estatela-se na relva que nem um periquito sofredor de disfunção eréctil. Dito de outra forma: falhanço incrível!
Apesar de não ser médico, penso que o falhanço do Tengarrinha esteve relacionado com o arrebentamento das suas abóboras, no momento em que tentava rematar à baliza pardalisca. Já os do Ventura, não consigo encontrar explicação.
O certo, é que estas fífias dos Dragõeszinhos bebés deixaram-me com os nervos em franja. Não era para menos. Sem as frangalhadas e os falhanços incríveis destes dois futeboleiros do clube do Al Garbe, e a ajuda habitual dos chulos do costume, e de certeza que o Pardalinhos Mouriscanos tinha saído de Olhão com mais uma derrota.
Todavia, não é por isso, que vou acreditar, mais, ou menos, nas teorias que por aí circulam na internet, que dizem que o Ventura e o Tengarrinha, foram drogados com charros de milho e fortemente corrompidos com malas cheias de petro-kwanzas, pelos responsáveis da Associação Descultural do Recreativo da Protecção do Milhafre. Quero apenas pensar que são casos estranhos de uma face oculta do futebol da Mouritânia.
Resta referir, que, mesmo com todas estas peripécias, o empate do Pardalinhos contra o Olhão (perdão, FCPORTOB), não deve ter deixado os pardalistas com motivos para sorrir. Se o Pardalinhos Mouriscanos nem ao FCPORTO B consegue vencer, como poderá aspirar ganhar ao TEAM A nortenho e conquistar a liga Bejecas?!?

Obs.: queria deixar umas palavras de agradecimento a um dos eternos nº 2 do FCPORTO, pelo bom jogo que a sua equipa efectuou contra a Associação das Aves Sem Penas: Tanque iu beri muche Jorge Costa!

sábado, 19 de dezembro de 2009

Respeitem o índio Dabide Luisinho...(parte 1)


Em semana de clássico, entre a potência futebolística mais vitoriosa do mundo e a maior agremiação de sempre de sarrafeiros & mergulhadores da província cosmotolita da Mouritânia, as pressões exercidas por alguns paineleiros e blogueiros, para que os gatunos sancionem as cacetadas do Dabide Amadeixado & Acarapinhado, parecem-me totalmente desrespeitadoras e ultrapassam todos os limites do bom senso e razoabilidade.
O miúdo natural do Brasil, da cidade de Maringá do Ipatinga de Araputanga do Piauí do Jacaré de Paguáçu, que tem origens indígenas, e cujas avós de 8ª, 9ª, 10ª, 11ª e 12ª gerações, serviram de alimento aos nossos descobridores, tem sido alvo de ataques ferocíssimos, devido à sua postura violento-combativa em campo. A imbecilidade de alguns comentadeiros, blogueiros, e paineleiros, roça o ridículo e é demonstrativa da ignorância e do desconhecimento cultural que possuem sobre as origens ancestrais do maior fenómeno sociológico do mundo. Se os ditos papagaios não sabem, o Tripeiro Conbictu ensina-os: ao contrário do que muitos autores advogam, o futebol não nasceu em terras de Sua Majestade The Queen Elizabeth 2, mas sim, no país dos fios dentais, das tangas, e dos bigodes moicanos vaginais. Foi em terras de Vera Cruz, que no séc. XVI se deu a génese daquele que viria a ser o futebol actual. Reza a história, que tudo terá começado, por acaso, na região amazónica de Mato Grosso, quando o indío Perexuca (da Tribo Mamawadi), sentado debaixo de uma bananeira a coçar os seus cocos, rasteirou em jeito de brincadeira um outro elemento da sua tribo, que passava próximo. O índio rasteirado não terá gostado da brincadeira, e sem mais nem ontem, ripostou com um soco nas trombas do Perexuca. A confusão instalou-se, e um 3º elemento da comunidade, que assistia ao desentendimento, pegou num arco e enfiou duas flechadas certeiras nas nádegas destes dois cromos, rindo-se compulsivamente. Os índios flechados ficaram furiosos, como, o Sr. Carvalho quando perde três mãos seguidas de Poker. Estavam a desfalecerem-se em dores e o sangue escorria-lhes abundantemente dos seus nadegueiros. Ainda assim, e ao mesmo tempo que tentavam tirar as flechas dos bumbuns, disseram ao flecheiro gozão: - Xuca Puca Tufa; Uca Buca Chefuca; O indío flecheiro (chamava-se Mamadou Aracaê) continuou a sorrir, e respondeu-lhes – Pufa Tuca Xuxa – e levantou-lhes o dedo do meio da mão direita. Não contava, era que atrás de si, estivesse o grande Ubirajara, familiar do Perexuca (eram primos). O primo do Perexuca era conhecido na comunidade nativa pelos seus bíceps do tamanho de melancias e pelos seus enormíssimos peitorais, que faziam inveja a qualquer Lola Ferrari. Vendo o primo naquele estado, Ubirajara não está com meias medidas, puxa a sua manápula atrás, e espeta um valente cachaço no Mamadou Aracaê, dizendo-lhe em dialecto sagui: Xiririca Muá Tribufu Xeu Tiririca Tabajara (peço desculpa, mas não posso traduzir linguagem tão obscena). O cachaço do Ubirajara deixou algumas mazelas no Aracaê: pescoço e coluna partidos, lesão escoliótica, e rotura de ligamentos cruzados no menisco lateral. Mamadou Aracaê ficou caído cheio de dores, mas, mesmo assim, conseguiu sacar o seu telemóvel e fazer uma chamada para o sogro do primo da irmã da cunhada da sua nora, a pedir ajuda e um Guaraná Antárctica bem fresquinho. Dada a gravidade da situação, o sogro do primo da irmã da cunhada da sua nora, telefonou ao genro do sobrinho da avó da tia materna do filho do Caipira Toróró, a informá-lo da situação, acrescentando que eram para aí mais de 100, os que aleijaram Mamadou Aracaê. O genro do sobrinho da avó da tia materna do filho do Caipira Toróró não perde tempo, e telefona de imediato ao 112, avisando-os do sucedido, e pedindo que o INEM leve um camião-ambulância, porque o monstro de Loch Ness tinha sido avistado em Jacumã, nas extremidades do rio Jabaquara. Rapidamente, Tupi, o Chefe da Tribo Mamawadi, toma conhecimento da catástrofe que assolou o seu território e as suas gentes, e avisa as tribos vizinhas que o Furacão Trubufu está a deslocar-se para oeste, este, norte, e sul, a uma velocidade superior a 200 km/h (só ia até aos 250 km/h, porque tinha delimitador automático de velocidade) . Pior do que isso, era o vulcão da Bacia do Rio Iguaçu, que cuspia ininterruptamente lavra. O fim do mundo (s)em cuecas aproximava-se dos Mamawadi… .
De repente, e do meio de uma brincadeira, vêem-se tribos inteiras em pleno Morumbi Amazónico, a pelejarem-se como se o dia acabasse ontem. Sem querer, a Tribo Mamawadi tinha acabado de inventar o futebol indígena!
Pouco tempo depois deste incidente brincalhão, em 1587, as tribos Galibi, Mamawadi, Fubá, Iandê, Jararaca e Guarani, organizaram-se, e criaram a sua própria liga, advindo daí algumas regras para o jogo. Esta forma primitiva do desporto-rei, ganhava assim as suas primeiras leis: o jogo passava a ser jogado num campo rectângulo que não podia exceder as dimensões de 1,5km de comprimento por 750 metros de largura, nem podia ter quaisquer linhas de marcação que o delimitassem; era disputado sem bola, sem balizas, e sem gatunos vestidos de negro. No futebol nativo, os jogadores das respectivas tribos estavam munidos de arcos e respectivas flechas, lanças, e pedregulhos, e o objectivo consistia em aniquilar o maior número possível de índios da equipa contrária. As equipas eram constituídas por 40 elementos, e podiam efectuar-se as substituições que se quisessem, desde que o jogador substituído estivesse desfalecido ou morto.
Os que ainda não desistiram de ler este texto, devem estar a questionar-se sobre o que é que o raio do Dabide Luisinho tem a ver com isto tudo? Calma, já lá vamos.
* Tem Continuação

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Eu conto-vos como foi...(parte 1)


Começou a partida (jornada 13 da Liga Bejecas 2009/2010: Olhanense-Pardalinhos Mouriscanos), e logo se viu que o clube dos pardais não estava ali para jogar a bola, e os seus adeptos muito menos para verem o jogo (já é um hábito chegarem tarde e a más horas aos jogos, para depois nos brindarem com aquelas cenas bélicas). Bem, depois, tivemos um cheirinho do futebol olhanense, magistralmente dirigido pelo maestro dragoniano Jorge Costa (vulgo "o Bicho”). Em lado oposto, tínhamos em campo, o "caceteirismo" e "insurrectismo" da equipa mais impune do mundo, e quiçá da região sub-sariana (região, como sabeis, conhecida pela violência dos gorilas que por lá habitam...).
Iam decorridos 10 minutos, e com toda a naturalidade, o olhanense chegou ao 1-0. O 1-0 marcado por Carlos Fernandes colocou em fúria total a torcida bermelha. Os diabos sarracenos que por lá se encontravam, viram então, nos adeptos contrários e nas cadeiras do velhinho estádio olhanense, um bom motivo para descarregarem a sua ira furiosa. As ditas cadeiritas deviam ser "desconfortáveis como a porra", tamanha era a força com que as arremessavam aos adeptos algarvios. Em parte, compreendo a fúria destes terroristas sunitas vaabitas, pois, não deve ser nada fácil, ser devoto de uma doutrina islamita, que insiste em torturar os seus fieis, com brutais, violentos, e deprimentes espectáculos futeboleiros.
Após a chamada da polícia militar e das forças especiais de intervenção dos comandos norte-americanos, chegou-se à conclusão de que a única estratégia capaz de travar atitudes tão primitivamente paleolíticas e dinossáuricas, passaria pelo gatuno Soares Feriado furtar de forma descarada a equipa anfitriã. Assim se pensou, mais rápido se concretizou. Numa jogada em que o Coentros faz do fair-play uma treta, Castro derruba o caxineiro, e gera-se grande confusão à volta do peixeiro. Esquerdoso, Djalmir, e um outro negro de feições docemente marroquinas (ainda que brasileiro), vêem-se envolvidos em cenas de carícias e de troca de mimos natalícios. Nada mais natural nesta altura do ano. Assim não entendeu o Soarocas, que viu nesta jogada, a forma de poder cumprir o acordo estabelecido com as forças especiais. Djalmir foi logo despachado com o vermelho directo. Relativamente aos indío Tacuara e muçulmano marroquino-brasileiro, que se esbofetearam de forma marital, apenas um foi amarelado – o Esquerdoso – quando deveriam ter sido os dois expulsos. O aviso estava dado: o gatuno Soarocas Feriado, em caso de certeza, ou de dúvida, puniria sempre a equipa da casa, e consequentemente, beneficiaria a visitante.
Três minutos após a expulsão de Djalmir, Ventura desventurou-se num pontapé de escanteio, e foi completamente esfrangalhado pelo Sabidola. O resultado voltava a estar empatado. Agora sim, com o jogo empatado, e com o Pardalinhos Mouriscanos em superioridade numérica (de pelo menos mais 5 jogadores), pareciam estar reunidas as condições para nova goleada. E, uma vez mais, com muitas emoções à mistura!
Acontece porém, que o Jorge Costa, portista dos 7 costados, não pode com os bermelhos nem por nada, chegando mesmo a odiá-los (dizei-me, quem poderá gostar de tão reles espécie?). Para “o Bicho”, os jogos contra a agremiação sarrafeira são sempre encarados como uma espécie de final da Liguila del Milione, em jeito de Rambo. Arrebentar o cofre destas aves despenadas, tem um significado muito especial para o Jorge Costa. Por isso mesmo, na semana passada, todos os treinos (baseados em métodos militares) foram poucos, para transformar aqueles cordeirinhos olhanenses em verdadeiros dragões. Com tanto treino à Dragão, os futeboleiros do clube do Al Garbe não tiveram outro remédio, senão o de se superarem e irem para cima do Pardalinhos Mouriscanos que nem Dragõeszinhos. Esse esforço hercúleo de superação foi devidamente recompensado. Aos 34 minutos, Toy faz o 2-1.
Mister Jasus e seus Apóstolos estavam incredulamente tristes com o que estava a acontecer. Se, naquele momento, Mister Jasus tivesse à mão um garrafão de 5 litros de vinho tinto, bebê-lo-ia todo (o néctar) até à última gota, como um velho bêbedo sequioso de álcool. E, se fosse uma avestruz, enfiaria a carapaça da sua mioleira num capacete de moda Zundapp Famel.
Após o 2-1, Zé da Maria , inspirado pelos filmes do jackie Chan, pontapeou de forma carinhosa o seu adversário, demonstrando que no país das pampas também há mestres de artes marciais. Este golpe brilhante de Ai-Ki-Fiz-Merda, obrigou o Soarocas a atribuir o cinturão vermelho a Zé da Maria. Foi pena para o espectáculo, pois o karateca avaliado em 40 milhões de yuans, já não pôde mostrar todo o seu potencial artístico de mergulhador profissional. Ficámos todos privados, de assistir ao número artístico circense em que o Zé da Maria é especialista: o mergulho com triplo mortal, seguido de dois pinos invertidos e três cambalhotas atrás, terminado com simulação de queda dissimuladamente violenta na área.
Intervalo – Milagre dos milagres. Parece que os terroristas não fizeram birrinhas no túnel!!!!

* tem continuação

domingo, 13 de dezembro de 2009

Goleada sem emoções...(Parte 2)


Neste jogo (At. Madrid - FCPORTO), na equipa do FCPORTO, devo destacar os seguintes jogadores: Helton, Fucile (o melhor em campo), Bruno Alves, Hulk, e Cebola. O Prof. Jisualdo Pireira esteve também muito bem, ao realizar as experiências que entendeu serem necessárias. É nestes jogos a feijões, que se deve rodar a equipa, e efectuar experimentações.
De forma mais aprofundadamente analítica, aqui vai a análise à jornaleiro, feita pelo Tripeiro Conbictu, utilizando os métodos de observação directa via TV:
Helton - se defendesse sempre assim, de forma concentrada, e segura, figuraria entre os 6/7 melhores guarda-redes da actualidade. È pena que em determinadas partidas tenha aqueles momentos kit kat... .
Fucile - neste momento, só o Maicon, Daniel Alves, e Sérgio Ramos, são melhores... . Intransponível na defesa, e sempre acutilante no ataque, parece ter meia dúzia de pulmões, tal a pujança que demonstra. Na minha opinião, foi o MVP da partida.
Imperador Bruno Alves - apesar dos inúmeros defesas centrais de óptima qualidade que o FCPORTO tem tido, atrevo-me a dizer, que o Bruno Alves é já o melhor de todos os tempos. Para além de ser um verdadeiro jogador à Porto, exibe regularmente qualidades físicas e técnicas, absolutamente excepcionais. O golo da terça-feira passada do nosso imperador, fez-me lembrar o Michael Jordan e a música “I believe i can fly” (esta lembrança levou-me à comoção total, chegando mesmo a ter dois prazerosos orgasmos lacrimais). É impressionante, a sua capacidade de impulsão, e a técnica perfeita de cabeceamento. Ao visualizarmos as imagens deste golo, ficamos hiperbolizadamente atónitos, com a forma harmoniosa e metafísica, como o B. Alves desafia as leis da gravidade. Aquele movimento, de elevação ao topo do Empire State Building, ficando suspenso no ar, até dar a golpada final com uma tolada magnificamente certeira, é no mínimo, einsteiniano, ou seja, genial!!!
Hulk- andou meio perdido na arena colchonera, até marcar aquele golão magistralmente antológico. A saída do Falcão, possibilitou-lhe jogar no centro do ataque, sendo ladeado pelos potentíssimos, e rebeldes, Cebola & Drogba da Reboleira. Os últimos 23 minutos deste jogo, demonstraram que é perfeitamente possível jogar com o Hulk como avançado centro. Imaginem um tridente ofensivo, composto por Drogba da Reboleira – Hulk – Cebola. Ui, ui,… só de pensar nessa possibilidade, até se me arreganham os pelos das pernocas.
Cebola – com o Cebola em campo, os cozinhados do Chef Jisualdo têm outro gostinho… . Tem sempre o turbo ligado.
Todos os restantes jogadores cumpriram eficientemente o seu papel, exceptuando o Valério argentino, que destoou neste tango portista com ritmo ibero-latino.
Para terminar, resta dizer o seguinte: espero que o sorteio da próxima fase da Liguilla del Milione, não traga um destes três adversários – Barcelona, Real Madrid ou Man United. Todos os outros possíveis adversários, estão prática, e teoricamente, ao nosso alcance.

Allez Porto!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Goleada sem emoções...(Parte 1)


Depois da magnífica vitória do FCPORTO contra o At. Madrid (Liguilla del Milione 2009\12\08), concluí mais uma vez, que o Pintolakis Coustanis tem razão (como sempre), quando afirma que o FCPORTO está a mais em Portucale. E, tem ainda mais razão, quando acrescenta , “embora não o admita, a Mouritânia precisa mais do nosso clube, do que um toxicodependente da sua dose diária de droga”. Nada mais ironicamente la paliciano e caneciano (de Lili Caneças). Toda a gente sabe (ainda que alguns só o admitam interiormente, bem no fundo das suas entranhas retais), que só o FCPORTO, símbolo maior de uma pátria empobrecida de êxito, poderá promover, e ser um real embaixador, deste rectângulozinho de dimensões fosforais.
O grande problema, é que os feitos portistas, por mais estóicos que sejam, são já tão usuais e normais, que a mérdia luseira desportiva (a quem competia noticiar devidamente estes sucessos desportivos), pouco ou nada liga. Para além desse facto, as políticas editoriais rígidas, fundamentadas pela teoria da (des)contabilidade dos nanotriliões de biliões de milésimos de fieis mouros, “não lhes permite” (à mérdia), reconhecer publicamente a por demais evidente superioridade do FCPORTO. Cabe, por isso, a todos os portistas, independentemente do seu grau de notoriedade mediática, o papel de enaltecer, e de reconhecer, os imensos, e históricos feitos, do nosso clube. Foi com esse mesmo propósito, que escrevi este texto - quero perpetuar a maior vitória de um visitante no Estádio Vicente Calderón para as competições europeias.
A exibição do FCPORTO contra a equipa dos ex-pardalistas Simãozinho e Quiquinho, foi um verdadeiro recital de futebol, absolutamente sensacional, que teve a espaços, verdadeiros momentos de olés barcelonistas. Foi “un partidazo” do clube orgulhosamente tripeiro!
O FCP entrou a metralhar tudo e todos (futeboleiramente), e os dois golos iniciais, deram imensa tranquilidade à equipa, permitindo exponenciar toda a classe, e qualidade intrínseca, do clube mais vitorioso do mundo, desde que o Otelo e seus pares, enfiaram uma saraivada de carvalhos, ao ditador Marcelista. Depois do golo do Falcão, o FCPORTO dominou e controlou a equipa de nuestros hermanos como quis, obtendo o 3º golo com toda a naturalidade. Foi, portanto, uma goleada sem emoções, apesar do valor do adversário... .
*Tem continuação